20 dicas para a boa convivência a dois

O primeiro passo para plantarmos uma árvore é escolhermos um local agradável e saber se o terreno é fértil. Além disso, será necessário regar diariamente e podá-la de vez em quando para que os galhos cresçam mais fortes.
Se compararmos com nossas relações (casamento, amizade, família) vamos perceber que o tipo de trabalho é o mesmo. Não importa quanto tempo a relação tem, se ela ficar alguns dias sem água ela irá secar e morrer. Quantos amigos vamos perdendo ao longo de nossas vidas, pelo simples fato de não termos tempo ?
A relação a dois é um trabalho diário, independente das chuvas e trovoada do dia a dia, é preciso ter consciência de que uma relação precisa ser cultivada.
No namoro, as duas pessoas não convivem diariamente e muitos casais pelo trabalho e estudo só se vêem nos finais de semana, onde normalmente vão passear e se divertir. Além disso, se preocupam mais com a aparência e por se verem relativamente pouco, quando estão juntos estão bem arrumados, fazendo com que o interesse e a “excitação” inicial permaneçam.

Após o casamento, existe o acúmulo de funções (trabalho, estudos, casa e filhos) e por consequência, a convivência a dois se torna uma rotina que para muitos se torna insuportável, causando o fim do casamento.
É verdade que quando casamos ninguém nos entrega uma apostila dizendo o que é certo ou errado, mas isso não é desculpa e o uso do bom senso se torna fundamental.
Vamos usar como exemplo nosso local trabalho, onde todos os dias pela manhã dizemos “bom dia” (mesmo que esse não seja nosso desejo), atendemos educadamente o telefone e ouvimos atenciosamente nossos superiores, sem interrompe-los é claro. Além de estarmos limpos e vestidos adequadamente, precisamos estar motivados e com propostas para melhorias.
Então, por que quando chegamos em casa não fazemos nem a metade desse esforço? Porque estamos cansados ou porque não vale a pena?
O assunto é extenso e não existe uma regra, cada casal é único em seus problemas e suas qualidades. O que podem existir são algumas dicas para ajudar no bom relacionamento

Dicas para uma boa convivência no relacionamento

1. O respeito deve ser a base da relação, o uso de palavrões e xingamentos só servirá para magoar a outra pessoa;
2. Crie hábitos saudáveis de dizer bom dia, boa noite, como você está?, como foi seu dia?;
3. Tentem realizar as refeições juntos e aproveitem para conversarem, melhor ainda se for longe da televisão;
4. Beijo, abraço, mãos dadas e qualquer tipo de contato físico são importantes para a relação e não apenas na hora do sexo;
5. Não confunda a intimidade do relacionamento com excesso de informação, como por exemplo, utilizar o banheiro com a porta aberta, soltar gases na frente da outra pessoa, arrotar, etc. Ao longo do tempo o interesse sexual vai diminuindo;
6. Hábitos de higiene são fundamentais para a vida sexual do casal;
7. Cuide da aparência, é inacreditável a transformação que homens e mulheres fazem depois da separação, porque não é possível fazer antes que ela aconteça?
8. No momento em que a relação “esfriar” procure alternativas, uma opção é uma visita a um sexy shop;
9. Tenha senso de humor;
10. Não deixe a relação cair na rotina, aproveite os sites de compras coletivas que oferecem opções baratas de teatro, restaurantes e viagens;
11. Aceite o fato que de vocês não tem as mesmas opiniões e por isso conflitos vão existir;
12. Tenha amigos;
13. Casados não quer dizer grudados, tenham atividades fora do casamento;
14. Presentes e gentilezas não precisam ter data;
15. Façam planos;
16. Conheça as necessidades um do outro;
17. Reconheça os erros e peça desculpas;
18. Reserve um tempo só para os dois;
19. Respeite a família e amigos de cada um;
20. Converse sobre o que te incomoda e não deixe acumular mágoa.

Cidade arborizada é essencial. Mas como arborizar?


Um dos principais indicadores de uma boa qualidade de vida em uma cidade é a sua arborização. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), em cada cidade o nível mínimo de arborização é de pelo menos 12m² por habitante. Ou seja, isso comprova a real necessidade de uma quantidade adequada de área verde nos municípios.

Matão atende essa expectativa e temos uma arborização considerável, mesmo a maior parte delas estando concentradas em praças e parques como o Parque Ecológico Municipal, Matinha do Bosque e Praça da Abolição. A arborização de ruas, ou seja, aquela entre as vias também apresenta uma boa quantidade, atendendo praticamente todos os bairros de nossa cidade. Levando em consideração outros dados da OMS, a arborização em uma cidade pode reduzir a temperatura, tomemos como exemplo a nossa maior metrópole. Na cidade de São Paulo, em bairros densamente arborizados ou em regiões como a Cidade Universitária da USP, a temperatura pode ser até 5º C menor do que na região central. Vamos concordar que 5º C não é pouca coisa. E isso acontece também em cidades menores, inclusive em Matão.

Curitiba, Maringá (PR) e João Pessoa (PB) são as três cidades mais arborizadas do Brasil e apresentam um coeficiente de mais de 100m² de área verde por habitante, sendo assim, quase 10 vezes mais que o recomendado pela OMS, infelizmente uma realidade muito distante da maioria das cidades brasileiras. Em Matão, esse índice está em 18 m² de área verde por habitante, um pouco acima do ideal enquanto em São Paulo o índice é metade do matonense, 9m² por habitante.

Compreendemos que a arborização é necessária e ela deve fazer parte, inclusive do Plano Diretor de cada município, onde eles existem. Em Maringá (PR), em cada bairro novo criado, ocorre a necessidade do plantio de árvores antes até do início da construção das casas.
Porém a arborização não pode ser feita de qualquer maneira. Em cidades do interior paulista, principalmente as de nossa região, incluindo Matão, as prefeituras incentivam o plantio de uma espécie chamada “Oiti” na calçada de cada residência, distribuindo até, mudas dessa planta. Nada contra esse tipo de árvore, mas quando a arborização é feita majoritariamente com uma espécie, acaba se tornando algo artificial, sem a criação de habitat para animais e suscetível a pragas e doenças.
Durante os anos 80 e 90, as mesmas cidades do interior paulista incentivavam o plantio de uma espécie chamada “Canelinha”. Praticamente todas as casas com a mesma espécie plantada, até que uma praga chamada “broca da cana”, já que estamos em meio a um mar de canaviais atingiu essas árvores e se alastrou rapidamente, destruindo de uma só vez a arborização de muitas cidades com o apodrecimento dos troncos. O fato de a prefeitura incentivar o Oiti é por ser uma árvore de médio porte e com raízes verticais.
Dessa maneira, essas árvores dificilmente danificarão a rede de energia elétrica, ocasionando prejuízos e interrupções, assim como não há grandes riscos de queda em dias de chuva, sem representar maiores perigos para pedestres e veículos. Além disso, suas raízes dificilmente danificam calçadas e vias públicas.
Vendo por esse lado, existem grandes vantagens, mas nas desvantagens além do risco de pragas e fatores ambientais, a estética também deixa a desejar. Nada mais bonito que cidades com ruas e avenidas cobertas de árvores frondosas, promovendo sombra, habitat para pássaros, flores na primavera e belas paisagens, assim como em algumas ruas centrais de nossa vizinha Araraquara.
Arborização, seja como for é algo obrigatório, porém deveria haver estudos e planejamentos para que não ocorra o plantio apenas de uma espécie, para que haja variação entre os tipos de mudas, tanto nos parques quanto nas próprias ruas. Dessa forma, nossa cidade ficará muito mais bonita e agradável e aumentará a qualidade de vida de todos os cidadãos.

Inserindo Facebook na vida Real

Nos ultimos tempos, o facebook, maior rede social do mundo, vem consquistando cada vez mais os Brasileiros, que a anos tem(tinha) sua rede social preferida, o Orkut. E seu crescimento aqui no Brasil não pára, fazendo a cabeça do Brasileiro, com suas multifuncionalidades e maior itneratividade com as pessoas. Agora imaginem o Facebook também invadindo a vida fora do meio virtual! As imagens abaixo mostram como seriam divertidas as coisas com um toque "Facebookiano", apesar que a maioria aqui ser real. Confira:









Bangladesh

O povo de Bangladesh, um país do Sudeste Asiático realmente deve ser admirado, pois vivem em situações que muita gente ao redor do mundo não imaginaria como. Encravado em meio à região conhecida como "formigueiro humano", Bangladesh possui um território semelhante ao do Estado de São Paulo e com uma população quase igual a brasileira.
Se não bastasse o excesso de pessoas por metro quadrado, ainda é um país que necessita conviver diariamente com as águas, por isso também chamado de "povo das águas". Na costa sul de Bangladesh está o delta do Ganges uma área de encontro entre um dos maiores rios do mundo e o mar, e lá encontra-se a maior parte da população.
Além disso, tufões e fortes tempestades atingem várias vezes ao ano, sem contar o período das monções.





















As sacolas de plástico devem ser substituídas?

Quando surgiram, no fim da década de 1950, as sacolas de plástico eram motivo de orgulho das redes de supermercados e símbolo de status entre as donas-de-casa.

Em meio século, passaram de símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente. Celebridades como a atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje com sacolas de pano que trazem a inscrição "I'm not a plastic bag"(Eu não sou uma sacola de plástico),como a da foto ao lado.

O motivo: o plástico polui - e muito. As sacolas são incapazes de se decompor em curto prazo. Trata-se, portanto, de uma decisão lógica: aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples. Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como eliminar esse problema. Conheça os argumentos de cada lado.

ACHAM QUE SIM
As sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente - o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.

No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição "Eu não sou uma sacola de plástico" viraram febre.

Em São Francisco, as sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais.

No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor - ou seja, uma sacola leva apenas três anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente essas sacolas.

Muitos supermercados de Curitiba, onde se consomem 900 milhões de sacolas por ano, aderiram à novidade por conta própria. O Pão de Açúcar vende uma sacola feita de tecido semelhante ao usado em fraldas descartáveis por R$ 3,99 a unidade.

A Casa Santa Luzia, de São Paulo, oferece sacos de papel kraft, duas a três vezes mais caros que as sacolas de plástico, informa a Gazeta Mercantil.

Projetos de leis estaduais para substituir as sacolas de plástico pelas oxibiodegradáveis tramitam no Rio Grande do Sul, no Paraná e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Assembléia Legislativa chegou a aprovar um projeto do deputado Sebastião Almeida (PT), que tornaria obrigatório o uso dos oxibiodegradáveis.

"O ideal seria a troca, pura e simples, do material plástico por pano ou papel. Mas ao menos um composto oxibiodegradável poderia acelerar a decomposição de bilhões de toneladas que ficam no ambiente à espera da degradação", escreve Almeida em artigo na Folha de S.Paulo.

ACHAM QUE NÃO
A indústria do plástico publicou um informe nos jornais brasileiros na sexta-feira 5 de outubro. Diz o texto: "O plástico faz parte da vida contemporânea, é 100% reciclável e está em milhares de produtos.

Sem ele, não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e de sangue para salvar vidas. O plástico tornou os automóveis mais leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa. As sacolas plásticas são reutilizáveis, práticas, higiênicas e têm múltiplos usos. São particularmente importantes para 80% dos consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus".

Os fabricantes lançarão no dia 6 de novembro uma campanha. Eles se comprometem a produzir sacolas mais resistentes (para evitar uso em excesso e, com isso, reduzir o volume em 30%), estimular a utilização de sacolas plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de educação sobre consumo responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos para a geração de energia.

Pode-se dizer tudo dos sacos de plástico - menos que eles não sejam práticos. "Nunca imaginei que, depois de adulta, voltaria a jogar Escravos de Jó (brincadeira em que crianças passam objetos entre si) com freqüência", diz a repórter Cristina Amorim, de O Estado de S. Paulo. Ela descreve a dificuldade em acondicionar os produtos em sacolas de pano. As bananas não podem ficar sobre os tomates, e por aí vai. Com a mudança, diz, há outro problema: vão faltar sacos para descartar o lixo doméstico.

O projeto de lei do deputado petista Sebastião Almeida, determinando o uso de sacolas oxibiodegradáveis em São Paulo, foi vetado pelo governador então governador na época, José Serra, do PSDB. Almeida diz que foi uma decisão política. Os tucanos dão argumentos técnicos. O aditivo que faz com que o plástico se degrade continuaria contaminando o ambiente por causa dos catalisadores empregados, derivados de metais como níquel e manganês.

"A tecnologia permite que o plástico se esfarele em pequenas partículas até desaparecer a olho nu, mas continua presente na natureza", afirmou Xico Graziano, secretário estadual de Meio Ambiente, à Folha de S.Paulo.

Nem Inglaterra nem Canadá, países que inventaram esse aditivo oxidegradável, adotaram a tecnologia. Por que, pergunta, o Brasil empregaria essa técnica?

Recetemente, a capital mineire Belo Horizonte, proibiu o uso das sacolas plásticas em mercado, mas antes, Xanxerê em Santa Cataria e Jundiaí em São Paulo já  haviam feito,  e em Matão, você acha que seria bem aceito?

Aprenda a fazer um delicioso bolo de tomate (doce)

Talvez você nunca tenha imaginado, mas seus tomates não servem somente para fazer salada, ou outras coisas salgadas, aprenda agora a fazer um delicioso bolo de tomate, confira:


Ingredientes:

Massa:

5 xíc. (chá) de tomates maduros
4 ovos
2 xíc. (chá) de açúcar
2 xíc. (chá) de farinha de trigo
1 col. (sopa) de fermento

Cobertura:

2 xíc. (chá) de tomates maduros
1 xíc. (chá) de açúcar

Modo de Preparo:

Cozinhe os tomates, bata no liquidificar, peneire e reserve o suco.
Bata os ovos até dobrarem de volume, acrescente o açúcar e continue batendo. Peneire a farinha de trigo e misture-a delicadamente. Por último, junte o fermento e asse em forno preaquecido, em assadeira previamente untada e enfarinhada. Para a geléia, cozinhe os tomates, bata no liquificador, coe e leve ao fogo o suco com o açúcar até formar uma calda final. Coloque ainda quente sobre o bolo.

Tempo de preparo: 50min
Valor calórico da porção: 174,03 Kcal

Dica: Algumas substâncias do tomate melhoram a visão.

10 assuntos proibidos no primeiro encontro

Se você vai sair com alguém e quer que desta vez o encontro não seja único, alguns assuntos devem ser vetados logo de cara. Não entrar em detalhes sobre suas relações passadas é um dos exemplos do que não se deve falar na primeira vez.

Você pode (e deve) ser bastante sincera caso ele toque nestes assuntos, mas evite você puxar a conversa. O melhor é deixar as coisas fluírem normalmente e ser prudente. Confira aqui 10 dicas de assuntos proibidos no primeiro encontro.

1. Deixe o seu ex no passado
Ele não precisa ouvir você falar bem ou mal do seu ex-namorado ou ex-marido. Em primeiro lugar, porque ele poderá se "morder de ciúmes", mesmo que você não esteja apaixonada por ele. Em segundo, assim ele não achará que você é uma ressentida e que logo fará o mesmo com ele.

2. Deixe seus problemas em segredo
Se você vai ao psicólogo ou ao psiquiatra, deixe os conselhos deles em casa e também não fique querendo dar conselhos ao seu parceiro em cada assunto que ele falar. Falar de problemas ou querer saber dos problemas dele não é o mais aconselhável para um primeiro encontro. As pessoas querem sair com quem é otimista, se você ficar se queixando da vida ele pode achar que a sua situação é pior do que a que você realmente vive.

3. Não fale de casamento
"Eu adoraria ter três filhos" ou "sonho em me casar em tal igreja" poderiam ser frases fatais. Vocês ainda não têm intimidade suficiente para discutir sobre o futuro. Pode ser que você até esteja saindo com alguém que gosta muito de falar sobre o assunto. Mas, como você não tem como saber se a outra pessoa é receptiva, é melhor evitá-lo.

4. Não interrompa a conversa no meio para atender o celular
Ainda que esta regra deva servir para todas as suas saídas, já que é falta de educação falar ao celular quando está jantando com alguém ou algo parecido, é aconselhável igualmente que você baixe o volume do seu aparelho para não ficar tentada a atendê-lo.

5. Deixe a fofoca para suas amigas
Mesmo que todas as pessoas tenham tendência a comentar sobre os outros, evite este tipo de atitude e assunto. Se você fizer comentários bons ou ruins de outras pessoas, a sua "inveja" e o desprezo te afastarão do seu parceiro.

6. Fuja de monólogos
Eles adoram mulheres que sabem ouvi-los. Sendo assim, fale de você somente o necessário e dê espaço para que ele também possa expor suas idéias. Com certeza além de tornar o encontro mais agradável, escutar o que ele tem a dizer ajuda também a descobrir se você realmente combina com ele.

7. Evite os temas sexuais
Se você resolver tocar em temas ardentes ou fazer perguntas mais picantes, você poderá instigá-lo a querer ir para a cama com você. Pode ser que ele não tenha o pensamento de que "quem transa no primeiro encontro é mulher fácil", mas para evitar surpresas é melhor dar um passo de cada vez e ganhar a confiança dele, além de estabelecer mais intimidade.

8. Deixe a sua curiosidade sobre a situação financeira dele para depois
Não pergunte quanto ele ganha, qual é o modelo de carro que ele tem ou assuntos semelhantes. O tema financeiro necessita certa intimidade e tempo. Vocês estão acabando de se conhecer, então não faz sentido você já estar interessada sobre este assunto.

9. Não critique o estilo dele
Nada de dizer como ele deve usar camisa ou como combinar as calças. Ele já é um homem adulto e não precisa de uma "mãe" ao seu lado na hora de se vestir, mesmo que seja na hora de sair. Se você já não gostou do estilo dele logo no primeiro encontro é melhor não continuar com ele, já que você não pode começar um relacionamento já pensando em mudar o seu parceiro.

10. Tente não olhar para outros homens
Nada de comentar a respeito do homem lindo que está no bar ou sobre como o cara da mesa ao lado não pára de olhar para você. Essas coisas devem ser guardadas com você. Isso claro, se você estiver interessada na relação.