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Matão trata 100% de seu esgoto com uma das mais modernas estações de tratamento do Brasil

Como construir uma cidade mais saudável? Como pensar na preservação e garantia de um futuro melhor para a sociedade e para a natureza? Essa pergunta parece cada vez mais comum e cada vez mais importante de ser respondida. Uma das maneiras de tentar garantir que isso aconteça é o saneamento ambiental. Ou seja, coleta seletiva de lixo e destinação adequada, abastecimento de água potável para as casas e o tratamento do esgoto antes de ser lançado em rios e córregos.
Em Matão, a parte do tratamento de esgoto, ou seja, resíduos líquidos residenciais, comerciais e industriais são devidamente tratados antes de serem lançados no Rio São Lourenço. Ao longo de muitas décadas, o Rio São Lourenço foi maltratado com o despejo direto de esgoto da cidade. Até meados dos anos 60, era possível nadar, pescar e lavar roupas no rio, como boa parte da população de Matão ainda fazia. A partir daí com a industrialização e o crescimento populacional do município a coisa mudou. As águas se tornaram turvas, sujas e sem vida.
Na maior parte do perímetro urbano de Matão, o rio ainda corre poluído, com o esgoto sendo despejado, porém todo esse resíduo é tratado em uma das mais modernas estações de tratamentos de esgoto do Brasil, a ETE da CMS – Companhia Matonense de Saneamento, antes de o rio seguir o seu curso. Ou seja, a água volta a ter 95% de pureza, garantindo vida.

A ETE de Matão foi inaugurada no ano de 2005 e hoje esta é uma das únicas do Brasil a contemplar uma concepção combinando os processos biológicos - anaeróbios e aeróbios - uma das tecnologias mais modernas dentre as atualmente disponíveis. O processo proporciona tratar 100% do volume de esgoto gerado na cidade, numa área de apenas 25 mil metros quadrados, podendo atender uma população de até 106 mil habitantes, correspondente a uma vazão média de 250 litros por segundo, com mais de 95% de eficiência, na remoção de matéria poluidora, de acordo com a CMS, concessionária responsável pelo tratamento.
Desde que foi entregue ao município, a ETE já passou por todas as análises, auditorias e controles da CETESB e já atingiu mais de 97% de eficiência no tratamento podendo então, iniciar as atividades para implantação e certificação da ISO 9001 e posteriormente, a ISO 14000 – confirma a empresa.
Além do tratamento de resíduos, a CMS criou também, projetos sociais de conscientização da população como o Projeto Nascente São Lourenço, a qual leva as crianças das escolas públicas municipais e estaduais para conhecerem o rio, um pouco de seu curso, sua história ao longo do desenvolvimento da cidade e a estação de tratamento de esgoto. Dessa forma, desde já, os pequenos vão conhecendo a importância e os benefícios de manterem limpas nossas fontes de água.
A população brasileira produz, em média, 8,4 bilhões de litros de esgoto por dia. Desse total, 5,4 bilhões não recebem nenhum tratamento, ou seja, apenas 36% do esgoto gerado nas cidades do país é tratado. O restante é despejado sem nenhum cuidado no meio ambiente, contaminando solo, rios, mananciais e praias do país inteiro, sem contar nos danos diretos que esse tipo de prática causa à saúde da população.
De fato, a existência de uma estação de tratamento de esgoto tão moderna coloca Matão na dianteira nesse assunto, pois temos 100% de nossos resíduos líquidos tratados, enquanto algumas cidades muito maiores e mais ricas, não tratam 1 litro sequer de esgoto. A CMS está fazendo a parte dela e garantindo não apenas o futuro do Rio São Lourenço, mas de toda a nossa sociedade, com a devida qualidade de vida que desejamos sempre.

                                  
RIO SÃO LOURENÇO ANTES E DEPOIS DO TRATAMENTO



Sacolas plásticas: como substituí-las

O Blog Matão Hoje em Dia traz uma continuação do tema sacolas plásticas. Com o fim de sua distribuição cada vez mais próxima, como fazer para substituí-la em algumas questões como o lixo doméstico?
Já faz algum tempo que as sacolas plásticas foram colocadas no grupo dos grandes vilões do mundo moderno. Logo que surgiram, só se pensava na praticidade para carregar as compras. Mas depois dos alertas de ambientalistas sobre o impacto no meio ambiente não há como fechar os olhos e os ouvidos para a necessidade de diminuir a quantidade delas que cada um de nós joga literalmente fora: uma sacola plástica leva entre 100 e 400 anos para se decompor.
Isso significa que não só seus filhos e netos como muitas gerações de descendentes seus ainda conviverão com aquela sua compra do domingo passado no mercado que foi parar no aterro sanitário. Claro que a grande maioria das pessoas reutiliza as sacolas para colocar o lixo do banheiro e da cozinha. E quando deixa de usar os saquinhos que o supermercado dá de graça para comprar sacos próprios para lixo pergunta: o resultado para o meio ambiente não acaba sendo o mesmo?
Não é. Quem explica é Gerardo Kuntschik, professor do curso de Gestão Ambiental da Universidade de São Paulo (USP): “os sacos para lixo comprados em supermercado são especificamente para esta finalidade. Eles podem ser feitos com uma mistura de material reciclado, usando outros tipos de plástico e até mesmo outras sacolas. Já os de supermercado não, pois como receberão alimentos precisam, por norma, serem feitos com matéria-prima 100% virgem”. Isso por si só torna os sacos de lixo mais adequados e menos danosos.
Além disso, os sacos de compras têm menor resistência. Para carregar uma garrafa de leite ou um saco de arroz não importa que ele tenha um pequeno furo, já para o lixo doméstico, que contém líquidos, não dá certo. Aí o risco é você usar dois sacos em vez de um só. Também é preciso levar em conta que se você utilizar os sacos de grande capacidade pode juntar mais lixo nele em vez de várias sacolinhas de supermercado.
Quanto às sacolas oxibiodegradáveis, elas se decompõem mesmo mais rápido, mas ainda não é fácil encontrá-las. Em outros países já existem também opções feitas de amido de milho, superecológicas, mas caras para serem produzidas. Há outras atitudes, como substituir sacos plásticos por sacos de jornal, mas o melhor mesmo, explica o professor, é reavaliar toda a sua produção de lixo. “Em vez de pensar só na sacolinha, é preciso avaliar o que estamos descartando. Reciclar o que é possível, reutilizar o que pode ganhar uma nova finalidade.” Assim você vai precisar de bem menos sacos, saquinhos ou sacolas para usar na sua casa.

APRENDA FAZER "SACO DE LIXO" DE JORNAL VELHO

Uma dica bem interessante e ainda mais sustentável é fazer o seu próprio "saco de lixo" com jornais velhos. Além de dar uma utilidade ao papel, os impactos ao meio ambiente são ainda mais reduzidos. O Blog Matão Hoje em Dia disponibiliza o passo-a-passo e um vídeo para quem quiser aprender e colocar em prática.

1. Faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca, e assim terá um quadrado;

2. Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo;

3. Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda;

4. Vire a dobradura e, novamente, dobre a ponta da direita até a lateral esquerda;

5. Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro;

6. Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação;

7. Abra a parte de cima e você verá o saquinho pronto!

8. Agora é só encaixar dentro do seu cesto de lixo e abandonar de vez o saco plástico

VÍDEO




Colaboração: Revista Crescer
                           EcoPlanet

A história das coisas

Você sabe qual é a real história de tudo que consumimos? Sabe porque às vezes paga-se tão barato por um determinado produto? E quais as consequência daquilo que ingerimos para nosso corpo, de nossa família e nossa sociedade em geral? O papel do governo em tudo isso? E das grandes empresas?
Esse vídeo relata justamente toda essa cadeia, desde a fabricação de um produto até o seu consumo final. Além disso mostra os efeitos maléficos do consumo desnecessário e inconsciente. O vídeo deve ser visto e refletido por todos (Vale a Pena).

As sacolas de plástico devem ser substituídas?

Quando surgiram, no fim da década de 1950, as sacolas de plástico eram motivo de orgulho das redes de supermercados e símbolo de status entre as donas-de-casa.

Em meio século, passaram de símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente. Celebridades como a atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje com sacolas de pano que trazem a inscrição "I'm not a plastic bag"(Eu não sou uma sacola de plástico),como a da foto ao lado.

O motivo: o plástico polui - e muito. As sacolas são incapazes de se decompor em curto prazo. Trata-se, portanto, de uma decisão lógica: aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples. Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como eliminar esse problema. Conheça os argumentos de cada lado.

ACHAM QUE SIM
As sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente - o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.

No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição "Eu não sou uma sacola de plástico" viraram febre.

Em São Francisco, as sacolas de plástico foram banidas. Somente as feitas de produtos derivados do milho ou de papel reciclado podem ser usadas. Outra solução é a cobrança de uma taxa por sacola, como acontece na Irlanda desde 2002. O dinheiro é revertido em projetos ambientais.

No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor - ou seja, uma sacola leva apenas três anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente essas sacolas.

Muitos supermercados de Curitiba, onde se consomem 900 milhões de sacolas por ano, aderiram à novidade por conta própria. O Pão de Açúcar vende uma sacola feita de tecido semelhante ao usado em fraldas descartáveis por R$ 3,99 a unidade.

A Casa Santa Luzia, de São Paulo, oferece sacos de papel kraft, duas a três vezes mais caros que as sacolas de plástico, informa a Gazeta Mercantil.

Projetos de leis estaduais para substituir as sacolas de plástico pelas oxibiodegradáveis tramitam no Rio Grande do Sul, no Paraná e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a Assembléia Legislativa chegou a aprovar um projeto do deputado Sebastião Almeida (PT), que tornaria obrigatório o uso dos oxibiodegradáveis.

"O ideal seria a troca, pura e simples, do material plástico por pano ou papel. Mas ao menos um composto oxibiodegradável poderia acelerar a decomposição de bilhões de toneladas que ficam no ambiente à espera da degradação", escreve Almeida em artigo na Folha de S.Paulo.

ACHAM QUE NÃO
A indústria do plástico publicou um informe nos jornais brasileiros na sexta-feira 5 de outubro. Diz o texto: "O plástico faz parte da vida contemporânea, é 100% reciclável e está em milhares de produtos.

Sem ele, não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e de sangue para salvar vidas. O plástico tornou os automóveis mais leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa. As sacolas plásticas são reutilizáveis, práticas, higiênicas e têm múltiplos usos. São particularmente importantes para 80% dos consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus".

Os fabricantes lançarão no dia 6 de novembro uma campanha. Eles se comprometem a produzir sacolas mais resistentes (para evitar uso em excesso e, com isso, reduzir o volume em 30%), estimular a utilização de sacolas plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de educação sobre consumo responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos para a geração de energia.

Pode-se dizer tudo dos sacos de plástico - menos que eles não sejam práticos. "Nunca imaginei que, depois de adulta, voltaria a jogar Escravos de Jó (brincadeira em que crianças passam objetos entre si) com freqüência", diz a repórter Cristina Amorim, de O Estado de S. Paulo. Ela descreve a dificuldade em acondicionar os produtos em sacolas de pano. As bananas não podem ficar sobre os tomates, e por aí vai. Com a mudança, diz, há outro problema: vão faltar sacos para descartar o lixo doméstico.

O projeto de lei do deputado petista Sebastião Almeida, determinando o uso de sacolas oxibiodegradáveis em São Paulo, foi vetado pelo governador então governador na época, José Serra, do PSDB. Almeida diz que foi uma decisão política. Os tucanos dão argumentos técnicos. O aditivo que faz com que o plástico se degrade continuaria contaminando o ambiente por causa dos catalisadores empregados, derivados de metais como níquel e manganês.

"A tecnologia permite que o plástico se esfarele em pequenas partículas até desaparecer a olho nu, mas continua presente na natureza", afirmou Xico Graziano, secretário estadual de Meio Ambiente, à Folha de S.Paulo.

Nem Inglaterra nem Canadá, países que inventaram esse aditivo oxidegradável, adotaram a tecnologia. Por que, pergunta, o Brasil empregaria essa técnica?

Recetemente, a capital mineire Belo Horizonte, proibiu o uso das sacolas plásticas em mercado, mas antes, Xanxerê em Santa Cataria e Jundiaí em São Paulo já  haviam feito,  e em Matão, você acha que seria bem aceito?

10 coisas contra o meio ambiente em sua casa

Vamos conhecer 10 pensamentos supostamente ecológicos que praticamos em nossas casas, mas que podem ter efeitos contrários ao que realmente desejamos.

1- FOGÃO ELÉTRICO
Os fogões elétricos podem consumiro até 500watts por dia ao pressionar o botão que liga o gás. Praticamente o suficiente para o uso de um microondas.

2- WIRELESS E CABOS DE MODEM
Esses parecem inocentes, mas ficam ligados o tempo todo, consumindo energia
3- FUGA DE AR
Através de espaços pela janela ou algum outro orifício feito até por animais pode escapar o ar refrigerado, assim como o ar aquecido dos aquecedores.
4- CASAS VERDES
Construir casas verdes com bamboo pode não ser uma boa pedida, já que as grandes plantações de bamboo podem agredir o meio ambiente.
5- GELADEIRAS VELHAS
E necessário que se troque as geladeiras com frequência já que essas além de aumentar o gasto de energia, ainda emite CFC na atmosfera.
6- ISOLAMENTO TÉRMICO
Nem sempre é o ideal, principalmente quando feito com isopor que emite gases muito tóxicos.

7-CARREGADORES ELÉTRICOS
Os carregadores das baterias de celulares, notebooks ou furadeiras elétricas, por exemplo, podem cosumir muita energia desnecessária quando esquecidos na tomada.
8- TOSTADEIRAS ELÉTRICAS
Essas podem ser as grandes vilãs do consumo de energia em suas casas. Cuidado ao usá-las

9- AR CONDICIONADO
Saber usar bem esse aparelho que nos refresca em dias quentes é essencial. A primeira coisa é manter o ambiente totalmente fechado para que não haja desperdício.E nada de esquecer ligado em ambientes vazios.
10- LAVADORES DE LOUÇA
Essas são totalmente vilãs. Gastam uma quantidade enorme de água, energia elétrica e detergentes. As pessoas podem muito bem lavar a louça sem a necessidade delas.

A grande poluição do ar em Matão

Uma das maiores reclamações de quem vive nos grandes centros urbanos, nas metrópoles é justamente a respeito da qualidade do ar em o qual respiram. A poluição atmosférica é um problema sério, mas que vem entrando cada vez mais em pauta nos assuntos relacionados ao meio ambiente e á sustentabilidade. O consumo desenfreado e a utilização cada vez maior dos automóveis e outros veículos automotores colaboram para a sujeira do ar, além de produção industrial.
Quem vive em cidades como São Paulo, sustentam uma idéia a qual em cidades menores do interior, a exemplo de Matão, a poluição do ar não acontece. Ela acontece e muito. Esse é um alerta que o Blog Matão Hoje em Dia traz à nossa população matonense. O ar de nossa cidade encontra-se cada dia pior e em alguns momentos chega a ser comparado ao de cidades com alto grau de poluição atmosférica.
Quais são os motivos para isso? Em primeiro lugar a queimada da cana-de-açúcar é a principal responsável. A safra e por conseqüência a queima da palha coincide justamente com o inverno, a estação mais seca do ano. Como vimos há alguns dias nossa cidade estava com a umidade do ar extremamente baixa e aliada à queimada, a qualidade desse are que respirávamos em Matão era demasiadamente ruim. Temos que levar em consideração que notamos sempre a fuligem ( ou faísca), mas o que vamos são grandes “porções” dessa cinza, agora imaginem a quantidade de fuligem em partícula que respiramos?

Por vivermos em uma cidade industrializada, essas são outras fontes de poluição do ar matonense. Algumas delas como a Citrosuco, tem instaladas catalisadores em suas chaminés, mas a quantidade de fumaça descarregada é muito grande quando juntamos todas as outras indústrias do ramo. Além disso, o cidadão matonense com freqüência convive com o mau cheiro ocasionado pelos processos industriais e que são lançados ao ar, obrigando nossa população a inalá-lo.

E os veículos? Nossa cidade não tem uma frota tão grande de carros, será que eles também têm culpa? Realmente a frota não é gigantesca como das grandes metrópoles, porém eles contribuem sim. O problema maior é o absurdo de algumas empresas, como uma de ônibus fretados que não fazem o mínimo de manutenção e regulagem em seus veículos. O mesmo vale para as centenas de caminhões que trafegam pelo município. Todos os moradores de Matão já devem ter se deparado com caminhões desregulados que despejam uma fumaça densa e escura. Isso é um absurdo, uma total falta de respeito às pessoas e ao meio ambiente. O mínimo que se deve fazer é regulagem dos escapamentos. As frotas de caminhões e ônibus deveriam ser renovadas, mas enquanto isso não acontece, não podemos deixar que esse absurdo de ônibus e caminhões sujando literalmente o ar da cidade de Matão.

O disque denuncia ambiental de Matão

A Prefeitura de Matão criou um serviço de disque-denúncia contra crimes ambientais cometidos na cidade. A partir da última segunda-feira, dia 20, os cidadãos matonenses podem denunciar todas as irregularidades verificadas em nossas ruas, como lixos jogados em locais proibidos, fogos e queimadas (principalmente nessa época de seca) e outros tipos de crimes ambientais.
O número para que o cidadão possa fazer sua denúncia é o 0800-7711531 como sabemos, a ligação é gratuita e pode ser feita a partir de qualquer telefone. O atendimento é prestado 24 horas por dia e será muito importante para darmos um passo adiante quanto à relação de nosso município com o meio ambiente e as próximas gerações, sendo que para que haja de fato qualidade de vida, as questões ambientais não podem hoje mais ser deixadas de lado.
A Central do Disque-denúncia será na Guarda Municipal e o atendimento será realizado durante 24 horas. As denúncias que forem de competência do município serão apuradas e as de competência de outras esferas de governo, como a Estadual, serão repassadas para as devidas providências à Polícia Ambiental ou à CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), conforme o caso.

O objetivo não será apenas contribuir para a redução dos índices atuais, mas também, conscientizar e mobilizar a população para o tema. O Disque-denúncia Ambiental constitui um canal de comunicação entre a população e a municipalidade para que sejam denunciados crimes e infrações como queimadas, corte de árvores sem prévia autorização, podas drásticas, despejos irregulares de resíduos, desperdício de água, invasão de faixas marginais de rios e córregos, entre outros. 

Maria Aparecida Bellintani Ourique de Carvalho, diretora do Departamento de Meio Ambiente, explica que o serviço receberá denúncias de qualquer crime ou infração cometidos contra o meio ambiente. "É uma ferramenta para que os munícipes possam influenciar como protagonista naquilo que acontece na cidade".
As denúncias realizadas também serão informadas para os membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente, bem como as medidas que forem tomadas. "Ressalta-se que as infrações ambientais no município são regulamentadas pela Lei Municipal que institui o Código de Meio Ambiente e Saneamento, e os responsáveis pela infração estarão sujeitos às penalidades, que será desde uma simples advertência às multas que variam de 19 a 630 UFESPs, ou seja, de R$ 311,98 a R$ 10.344,00", relata Maria.

Prefeitura de Matão faz coleta de óleo de cozinha usado

A preocupação com o meio ambiente e com o que vamos deixar para filhos e netos no futuro, deve ser tanto do poder público, quanto da população. Um alerta que é feito a todos, mas principalmente às donas de casa matonenses, diz respeito às sobras do óleo de cozinha. Aquele que é resultado principalmente das frituras. Algumas pessoas o reutilizam como ingrediente para preparar sabão artesanal, dentre outros produtos, mas a maior parte das pessoas precisam fazer o descarte e não sabem como!
Primeiro de tudo. Nunca descarte o óleo de cozinha na pia da cozinha. Ele é altamente poluente e prejudicial ao meio ambiente. Acreditem ou não, um litro de óleo de cozinha jogado pelo ralo da pia é capaz de contaminar 1 milhão de litros de água, ou seja, o suficiente para uma pessoa consumir por 14 anos, além disso, o óleo jogado na pia provoca o entupimento do encanamento e a procriação de animais como baratas e ratos.
A Prefeitura de Matão está realizando a coleta do óleo de cozinha usado, em parceria com a Cooperasolmat e a Triângulo Alimentos. O objetivo dessa coleta, além da preservação do meio ambiente é a produção de biodiesel.

No ano passado, foi realizado no município um mutirão de coleta de óleo de cozinha usado e esse ano a Prefeitura instalou um ponto fixo de coleta desse resíduo. De acordo com a Diretora de Meio Ambiente da Prefeitura, Maria Aparecida Bellintani Ourique de Carvalho, a adesão da população é essencial assim como de restaurantes, bares e hotéis que ainda descartam o óleo inutilizado pelo esgoto comum.
“O óleo de cozinha é altamente prejudicial ao meio ambiente. Muitos bares, restaurantes, hotéis e residências ainda têm descartado o óleo utilizado na cozinha no ralo da pia, que vai para a rede de esgoto, ou mesmo no lixo doméstico, desconhecendo os prejuízos que esta atitude poderá causar.”
A sociedade matonense deve aderir a essa causa, tanto a simples dona-de-casa como os proprietários de estabelecimentos comerciais que necessitam dar um fim a seus resíduos oleosos.
A parceria é entre o poder público municipal e a Cooperasolmat (Cooperativa Autogestionária de Solidariedade de Matão) a qual já recolhe óleo usado há alguns anos, mas, são necessários pelo menos mil litros para que a empresa que compra o óleo, faça a retirada do produto. A parceria com a Prefeitura já propiciou a arrecadação de cerca de 1.500 litros de óleo e o dinheiro arrecadado pela Prefeitura será revestido na compra de Equipamentos de Proteção Individual para os cooperados da Cooperasolmat.

PONTO DE COLETA

Para quem deseja entregar o óleo usado de sua residência ou estabelecimento, o ponto de coleta é na própria Prefeitura, na Rua Oreste Bozelli, Centro.
Maiores informações, no Departamento de Meio Ambiente ou pelos telefones 3383-4055/4060.

(DICAS) Simulador de uma casa ecológicamente correta!

Puxando um gancho no último post, super importante e não pode ser deixado de lado.

Descubra como fazer da sustentabilidade uma visita bem vinda em todos os cantos da sua casa! Nesse simulador, você encontra dicas para deixá-la em harmonia com o planeta, clique na imagem:


planetasustentavel


Matão dá exemplo em meio ambiente e recebe o selo Verde e Azul


Em tempos de grande importância mundo afora com a preservação do meio ambiente é sempre gratificante ouvir quando o país, o Estado e nossa cidade recebem algum prêmio ou alguma condecoração no sentido de que fez algum trabalho importante para preservação do ambiente em que vivemos e na construção de um lugar cada vez mais saudável e ambientalmente correto.

Matão no dia 1º de dezembro de 2009 recebeu o selo Verde e Azul da Secretaria Estadual do Meio-Ambiente entregue em São Paulo nessa data através do Governador José Serra.




Essa é uma importante conquista para os municípios, pois além de questões práticas que já foram feitas o selo coloca a cidade em um patamar diferenciado para receber recursos governamentais no que diz respeito a questões ambientais e ecológicas.

Dos 645 municípios paulistas, 543 estavam concorrendo ao selo, porém apenas 156 tiveram condições de recebê-lo esse ano. Matão ficou na 90ª colocação com uma nota de 84,44 pontos em uma escala que vai de 0 a 100.


 
De acordo com Maria Aparecida Bellintani Ourique, diretora do Departamento de Meio Ambiente do município, a conquista veio devido à implantação de uma política de proteção ambiental, a criação de um conselho de meio ambiente, recuperação de mata ciliar, aumento no percentual de tratamento de esgoto e a realização de cursos de aperfeiçoamento em educação ambiental na cidade de Matão.

 
"Essa certificação, proporcionará a possibilidade de obtermos recursos para financiamento ambiental e nos dá um incentivo para a continuidade dos trabalhos que realizamos graças ao apoio que recebemos do prefeito Adauto Scardoelli. Também demonstra como a qualidade de vida da população de Matão melhorou", ressalta a diretora.

 
Da nossa região, além de Matão apenas outros 19 municípios conquistaram o Selo Verde e Azul.

 

O SELO

 
O Selo Verde e Azul é concedido a municípios paulistas que cumprem metas e desenvolvem políticas de proteção ao meio ambiente criado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Em uma escala que vai de 0 a 100, as cidades precisam atingir pelo menos 80 pontos para que recebam a premiação.



 
Entre outras questões, eliminar lixões, tratar esgoto, evitar o desperdício de água, recuperar áreas degradadas e criar conselhos municipais de proteção ao meio ambiente são algumas das práticas analisadas pela Secretaria para fazer a avaliação e conceder o prêmio.

 
Criado no ano de 2008, atualmente 258 municípios paulista já receberam o selo nas duas edições, sendo esse um percentual pequeno frente à todas as cidades de nosso Estado.
Para o ecologista Virgílio de Farias, presidente do MDV (Movimento de Valorização da Vida), a classificação serve como estimulo para que as cidades desenvolvam políticas públicas ambientais. “Quanto mais atitudes positivas das administrações em relação a natureza, mais os cidadãos se tornam conscientes”.

 
O importante é que não apenas Matão, mas todas as cidades de nosso Estado e do país pensem um pouco mais em políticas de meio ambiente, em como promover um desenvolvimento com sustentabilidade, visando o futuro de nossas crianças em uma cidade cada vez melhor de se viver.

 
Matão mais uma vez deu um exemplo que está seguindo no caminho certo. Parabéns à nossa cidade por essa conquista.

 
Colaboração: www.tribunaregiao.com.br
www.ambiente.sp.gov.br