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Imagens do 63º Corpus Chisti de Matão

E assim realizou-se mais uma grande festa de Corpus Christi ma cidade de Matão, e diga-se de pasagem, se não a mais, uma das mais bonitas realizadas no Brasil, um show de cores e empenho das pessoas em demonstrar arte e a fé, além de toda movimentação de visitantes e turístas que a cidade recebeu, outra dessa, somente no ano que vem, então confira as melhores imagens dessa festa!
















Mais uma? Nova praça de pedágio entre Matão - Araraquara - São Carlos

A população de Matão já conhece há pelo menos uma década quão oneroso é fazer uma viagem de menos de 30 km entre as cidades vizinhas de Matão e Araraquara pela Rodovia Washington Luís. A praça de pedágio instalada nesse trecho é uma das mais caras não apenas do Estado de São Paulo como do Brasil inteiro. O motorista que pretende viajar no trajeto entre as duas cidades precisa desembolsar atualmente R$ 11,25 em cada sentido, ou seja, se gasta mais com pedágio do que com combustível.
O Blog Matão Hoje em Dia por diversas vezes já se posicionou contra a cobrança abusiva dos pedágios em nosso Estado e a forma como o Governo do Estado vem conduzindo a questão há mais de dez anos. Privilegiando os mais ricos e os donos das concessionárias em detrimento da população em geral.
Praticamente todos os contratos firmados com as concessionárias permitem circunstâncias abusivas, como o valor da tarifa, a distância entre uma praça e outra e a cláusula que diz “caso as concessionárias não obtenham lucro apenas com a cobrança dos pedágios, o Governo do Estado de São Paulo deve subsidiar as empresas com verbas públicas”. Além do preço estratosférico das tarifas, o dinheiro público ainda deve contemplar essas empresas.

Mais próximo de nossa realidade, a praça de pedágio entre Matão e Araraquara mostra o absurdo dessa situação. Os prefeitos e empresários da região de Araraquara se reuniram e enviaram uma carta-protesto ao governador Geraldo Alckmin cobrando soluções para essa tarifa descabida. O governador Alckmin teria também achado abusivo o valor da tarifa nessa praça, mas vale lembrar que os contratos firmados com as concessionárias os quais cedem todo privilégio a elas, foram feitos em suas gestões ou de seus colegas de partido (Mário Covas e José Serra).
A solução encontrada entre a concessionária Triângulo do Sol e o Governo do Estado foi a construção de uma nova praça de pedágio (mais uma!), entre Araraquara e São Carlos, o que dividiria a tarifa entre as duas praças, reduzindo em 50% no trecho entre Araraquara e Matão. Vale lembrar que no trajeto São Carlos – Araraquara não existe rodovia alternativa, os moradores e trabalhadores dependem exclusivamente da Rodovia Washington Luís. Um absurdo sem tamanho que gerou reação imediata do prefeito de Ibaté José Luiz Parella.
O desenvolvimento de Ibaté, Araraquara e Matão estariam visivelmente prejudicados com a construção de uma nova praça de pedágio. A concessionária alega que em seu contrato firmado com o governo paulista em 1999, prevê a construção de uma praça de pedágio a (apenas) cada 30 km. Em contratos firmados a partir de 2004 a distância mínima entre uma praça e outra é de 65 km.
Vale lembrar que existe uma praça de pedágio em Fernando Prestes, um pouco antes de Taquaritinga, logo em seguida outra em Araraquara e logo após uma outra ainda em São Carlos. Ou seja, seria mais uma praça de pedágio nesse entre-trecho.
A população também deve se posicionar e caso o governador Geraldo Alckmin e a concessionária Triângulo do Sol leve esse projeto à sério, nosso desenvolvimento e empregos estarão seriamente em risco. Não podemos permitir mais esse abuso do poder privado, o qual visa apenas o lucro contra a sociedade em geral, seu direito constitucional de ir e vir.
Em um último post tratado sobre os pedágios paulistas, lembramos que os serviços prestados por essas empresas são os mesmos há 12 anos. E a frota de veículos nas estradas aumentou em progressão geométrica, sendo assim, a arrecadação dessas empresas também. Apenas isso já é um grande argumento para que não haja a construção de mais uma praça de pedágio e para que ocorra a redução real da tarifa na praça entre Matão e Araraquara.

No dia mundial da água, Matão também precisa dar seu exemplo!

Nesse dia 22 de março, comemoramos uma importante data, o Dia Mundial da Água. Talvez a maior parte da população, apesar de uma grande divulgação na mídia, não tenha muita ciência disso e outra parte que tenha conhecimento por sua vez, não dá muita importância. Apesar de vivermos no país que contém a maior reserva de água doce disponível no mundo, esse assunto é sério e muito sério.
Em Matão, não pode ser diferente, a população deve estar alerta quanto aos problemas de escassez hídrica que irá afetar o planeta e também diretamente nossa cidade. Podemos dizer que a população matonense está em uma situação relativamente confortável em relação ao tema quando comparamos à outras cidades brasileiras e até de nossa própria região. Mas isso não quer dizer que estamos livres do problema.
A cidade de Matão está localizada sobre um dos maiores reservatórios de água potável e de excelente qualidade do mundo. O Aqüífero Guarani é um enorme reservatório subterrâneo o qual se estende desde o Centro-Oeste brasileiro até países vizinhos como Paraguai, Uruguai e Argentina. Em determinadas regiões, como Goiás, sua água é considerada imprópria para o consumo, porém em outros, inclusive o interior paulista, existe o privilégio de se consumir água de uma das melhores fontes existentes.

O Aqüífero sofre sério risco de ser contaminado através da atividade humana sem consciência. A água do aqüífero é constantemente renovada através da pluviosidade e de lençóis freáticos mais próximos da superfície. Quando esses são contaminados, automaticamente poderá contaminar também essa importante fonte de água limpa e pura.
Algumas cidades vizinhas como Jaboticabal, Taquaritinga e Monte Alto não conseguem utilizar a água do Aqüífero Guarani devido à enorme profundidade desse nessas regiões. Em Jaboticabal por exemplo, precisa-se perfurar até 800m para encontrar as águas do reservatório, o que torna inviável. Em conseqüência, a cidade capta água de córregos, aumentando os gastos com tratamento e também o número de substâncias químicas utilizadas nessa água afim de torna-las próprias ao consumo. Em Matão, a água total consumida é oriunda do Aqüífero Guarani através de poços artesianos com profundidade média de 150 m. Em Ribeirão Preto e Sertãozinho, as águas do Aqüífero praticamente “florescem”, não sendo necessário perfurar mais do que 45 m para captá-las por esterem exatamente em cima da zona de recarga do aquífero, onde o mesmo se recarrega com águas da chuva.
Não podemos deixar de considerar o nosso Rio São Lourenço, mas também seus afluentes, ou seja, os diversos córregos que “cortam” o município de Matão. Apesar de um grande esforço para a reconstituição de suas matas ciliares originais, esses córregos ainda sofrem com o despejo de esgotos residenciais e industriais e o lixo jogado pela população. Citando cada um deles, temo o Córrego do Cascavel, Córrego do Cortume, Córrego Las Palmas, Córrego Tabuleta, Córrego do Tobias, Córrego Milho Vermelho e Córrego São Pedro.
Obviamente esses córregos são de extrema importância para o sistema hídrico matonense. Felizmente não temos a necessidade de satura-los ainda mais utilizando suas águas para o consumo populacional, mas temos a necessidade urgente de realizar a preservação dessa bacia do Rio São Lourenço, a manutenção de nossas águas.
A água é o bem mais valioso que existe. Sem ela, em suas diferentes formas, seja nos rios, na chuva, no orvalho, nos aqüíferos, oceanos ou em nossas torneiras não haveria vida. Em Matão também há a necessidade de um consumo consciente. Apesar de gigantescas, as fontes de água que abastecem nosso município são limitadas e poderão em algum tempo deixar de nos servir.
As dicas básicas, como evitar banho de mais de 10 minutos, escovar os dentes ou barbear-se com a torneira fechada, reutilizar a água da máquina de lavar para lavar calçadas, não usar a mangueira como “vassoura”, evitar lavar o carro em casa, entre outras ainda são validas e se cada um fizer a sua parte, teremos um futuro um pouco mais agradável do que aquele que está se desenhando.
“Vai faltar água em metade das cidades brasileiras em 2015”
(Folha de São Paulo 22/03/2011) – Matão poderá ser uma delas, a não ser que começamos já a fazer nossa parte!

Cada vez mais difícil estacionar em Matão

A aquisição cada vez maior de veículos tem se tornado algo comum nos últimos anos, principalmente entre aqueles os quais tiveram uma sensível ascensão social ao longo desse período. Carros são nada menos do que a maior paixão do brasileiro e aliada aos problemas de transporte público que enfrentamos a frota cresce a cada dia mais, seja nas grandes metrópoles, em cidades médias ou pequenas, inclusive em Matão, como já relatamos no Blog Matão Hoje em Dia.
Com a crescente frota de veículos vários problemas são acarretados e os reflexos diretamente sentidos pela população. Congestionamentos, fluxo mais lento em algumas cidades (como percebemos na Avenida São Lourenço diariamente), poluição e problemas para encontrar uma vaga de estacionamento. Essa é uma constante, inclusive, no centro matonense, o qual em alguns dias da semana, principalmente, o motorista precisa rodar várias quadras e um bom tempo para encontrar um local ideal para estacionar seu veículo.

Na área azul de estacionamento rotativo, o qual o motorista paga R$ 1,50 para estacionar por um período válido de duas horas, a dificuldade é grande. Em certos momentos, precisa-se aguardar ou então ficar dando voltas pelas quadras do centro até encontrar a vaga. A situação é ainda pior fora da área de estacionamento rotativo, muito utilizada por trabalhadores do centro os quais deixam seus veículos por um grande período de tempo. Nessas áreas em vários horários é quase impossível encontrar de fato uma vaga, mesmo estando distante da área comercial mais intensa.
Possuir o seu veículo é um direito de todo cidadão, mas utilizá-lo com responsabilidade também é um dever. Por vezes, moradores de bairros próximos ao centro, preferem retirar seus carros da garagem e ocupar uma vaga de estacionamento no centro a caminhas algumas quadras. Além de ser prejudicial à sociedade como um todo, é também para o próprio indivíduo.
Existe a solução paliativa de estacionamentos privados, fora das ruas, os quais em Matão existem muitos poucos. Esses estacionamentos, de fato aliviam a situação e são muito comuns em cidades maiores onde esse problema se agrava, mas incentivam o uso do veículo particular no centro e sem contar que em alguns casos, a tarifa cobrada chega a ser absurda.
O transporte coletivo e o incentivo ao seu uso é a solução mais viável e que mais deve acontecer para evitar todos esses transtornos. Em Matão, reconhecemos que o sistema de transportes é deficitário, e isso cabe a empresa responsável a Prefeitura melhorar a situação. Porém existem pessoas com pontos de ônibus bem próximos à sua casa e no centro o ponto final é de fácil acesso a toda área comercial. Desse modo, utiliza-los pode ser uma grande saída.

Trens que cortam de Matão: de onde vem e pra onde vão?

Todos os dias notamos o trânsito ferroviário na cidade de Matão. Apesar de que com o crescimento das cidades, as ferrovias nas áreas urbanas passaram a ocasionar certos transtornos, principalmente no conflito com o fluxo de veículos, Matão já resolveu esse problema.
Sabemos que Matão, por sua localização e toda infra-estrutura próxima, como importantes rodovias e sua ferrovia é sem dúvida um grande pólo logístico em potencial. Empresas logísticas que investirem em nossa cidade, certamente conseguirão formar por aqui um “hub” logístico extremamente competitivo. Mas quando se trata exclusivamente das ferrovias, vemos composições enormes cruzarem Matão e vamos entender um pouco de onde vem e para onde vão esses trens.
Desde o sucateamento do setor ferroviário até os anos 90, o transporte de cargas via esse modal despencou consideravelmente. Apesar de sua recuperação, a partir do início dos anos 2000, ele ainda responde por apenas 21% de tudo que é transportado no Brasil. As empresas privadas que assumiram o setor, tiveram a função de modernizar e reestruturar o sistema. Mesmo assim, quase metade da malha ferroviária brasileira ainda está sem uso ou subutilizada e o país necessita no mínimo de mais 15 mil km de trilhos.

Por sorte, o corredor ferroviário que passa por Matão é um dos mais ativos e importantes de todo o Brasil. Existem três principais concessionárias de ferrovias no Brasil: a Vale, a MRS Logística e a ALL Logística (América Latina Logística), com sede em Curitiba, é a maior de todas e é a que opera o trecho existente em Matão.

O trem de cargas que por aqui passa vem de muito longe e tem como destino o Porto de Santos. O início de todo esse trajeto é o Terminal Multimodal de Alto Taquari, ponto estratégico na divisa entre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. É um terminal enorme com milhares de caminhões que trazem a produção de soja desses dois Estados para serem carregados nos trens. Além disso, o terminal conta com silos para armazenagem e tanques para armazenamento de combustíveis, os quais também são transportados via ferrovias. Quanto à soja, não apenas os grãos são carregados, mas os derivados também, como o próprio óleo da soja, já produzido na região.
Após isso, a composição tem uma outra parada obrigatória ainda no Estado do Mato Grosso do Sul, distante cerca de 500 km de Taquari, o Terminal de Chapadão do Sul, onde ocorre o embarque de mais soja oriunda desses dois Estados e de Goiás. Ao entrar em São Paulo, as composições passam por cidades como Santa Fé do Sul e São José do Rio Preto, onde são abastecidas com produtos agrícolas dessas regiões. Sacas de feijão, amendoim, açúcar entre outros são carregados nos vagões. Logo após, existe uma central de abastecimentos de combustíveis em Catanduva, onde os vagões tanque são preenchidos principalmente com etanol das usinas da região.
Quando trem chega a Matão, ocorre um novo e importante carregamento, o de suco de laranja. Tambores da Global Sucos são carregados também com destino à Santos para exportação. Esse é o principal produto que as ferrovias transportam a partir de Matão, apesar de algumas outras empresas também utilizarem desse meio de transporte. Em Araraquara está localizado um dos mais importantes entroncamentos ferroviários do Estado. Lá ocorre o encontro dessa malha que veio do Mato Grosso com a oriunda de Minas Gerais. Inúmeras indústrias de Araraquara utilizam à ferrovia, inclusive a FEMSA, e IESA.
A partir daí vão ocorrendo carregamentos principalmente de etanol e açúcar em pontos de parada como Rio Claro, Limeira e Campinas o maior e mais importante entroncamento do interior paulista. Em parceria com a ALL, a Cosan (maior produtora de açúcar e etanol do mundo), adquiriu mais de 60 locomotivas e 1500 vagões criando uma subsidiária chamada Rumo Logística, para o transporte exclusivo de seus produtos.
Chegando à Grande SP, existe o chamado congestionamento férreo, aonde os trens chegam a perder 19 horas parados por não conseguirem se movimentar e ter que dividir espaço com os trens de passageiros da CPTM. Após esse “tormento”, as composições precisam descer a serra que dão acesso ao litoral paulista, utilizando de um sistema de correntes automáticas que se prendem na parte inferior da locomotiva, proporcionando então o deslocamento.
Ao chegar ao porto, existe mais uma grande demora para o desembarque de todos esses produtos que são destinados ao mundo todo. Na volta, o caminho é o mesmo, mas geralmente as composições retornam parcialmente vazias, trazendo produtos eletrônicos e maquinários que são desembarcados principalmente na Grande SP e na região de Campinas, assim como óleo diesel, gasolina e derivados de petróleo que são os principais produtos de retorno.

Abaixo segue um vídeo que mostra trens cortando Matão, antes da construção do complexo viário:

O disque denuncia ambiental de Matão

A Prefeitura de Matão criou um serviço de disque-denúncia contra crimes ambientais cometidos na cidade. A partir da última segunda-feira, dia 20, os cidadãos matonenses podem denunciar todas as irregularidades verificadas em nossas ruas, como lixos jogados em locais proibidos, fogos e queimadas (principalmente nessa época de seca) e outros tipos de crimes ambientais.
O número para que o cidadão possa fazer sua denúncia é o 0800-7711531 como sabemos, a ligação é gratuita e pode ser feita a partir de qualquer telefone. O atendimento é prestado 24 horas por dia e será muito importante para darmos um passo adiante quanto à relação de nosso município com o meio ambiente e as próximas gerações, sendo que para que haja de fato qualidade de vida, as questões ambientais não podem hoje mais ser deixadas de lado.
A Central do Disque-denúncia será na Guarda Municipal e o atendimento será realizado durante 24 horas. As denúncias que forem de competência do município serão apuradas e as de competência de outras esferas de governo, como a Estadual, serão repassadas para as devidas providências à Polícia Ambiental ou à CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), conforme o caso.

O objetivo não será apenas contribuir para a redução dos índices atuais, mas também, conscientizar e mobilizar a população para o tema. O Disque-denúncia Ambiental constitui um canal de comunicação entre a população e a municipalidade para que sejam denunciados crimes e infrações como queimadas, corte de árvores sem prévia autorização, podas drásticas, despejos irregulares de resíduos, desperdício de água, invasão de faixas marginais de rios e córregos, entre outros. 

Maria Aparecida Bellintani Ourique de Carvalho, diretora do Departamento de Meio Ambiente, explica que o serviço receberá denúncias de qualquer crime ou infração cometidos contra o meio ambiente. "É uma ferramenta para que os munícipes possam influenciar como protagonista naquilo que acontece na cidade".
As denúncias realizadas também serão informadas para os membros do Conselho Municipal de Meio Ambiente, bem como as medidas que forem tomadas. "Ressalta-se que as infrações ambientais no município são regulamentadas pela Lei Municipal que institui o Código de Meio Ambiente e Saneamento, e os responsáveis pela infração estarão sujeitos às penalidades, que será desde uma simples advertência às multas que variam de 19 a 630 UFESPs, ou seja, de R$ 311,98 a R$ 10.344,00", relata Maria.

Bairros de Matão que talvez você não conheça

Você acredita conhecer a cidade de Matão totalmente? Consegue se localizar e andar de ponta a ponta? Nesse caso, talvez a resposta seja afirmativa mas e se mudarmos a pergunta para: Você sabe chegar em qualquer ponto da cidade tendo apenas o nome do bairro de destino?
Se sua resposta for “sim”, acho que devemos fazer um teste:
Se alguém chega a você e pergunta “Como chego ao Jd. Frigieri?” “E  no Napeloso, por onde devo ir?” Quem sabe no “Jardim Bidutti Pirola”? Você saberia responder onde ficam?
O Blog Matão Hoje em Dia vai tratar de uma curiosidade que muita gente desconhece, são os micro-bairros existentes em nossa cidade, uma salada de nomes e lugares que talvez fosse difícil imaginar que existissem. Esses micro bairros, algumas vezes de tão pequenos faz a maioria das pessoas os associarem a bairros maiores e mais tradicionais que estão próximos, mas na verdade eles possuem suas próprias denominações.

Muitos se compõem de poucas quadras, e até mesmo apenas uma quadra, estão inseridos no meio de outros bairros, e o seu surgimento está ligado diretamente aos vazios urbanos, grandes áreas no meio da cidade que não estavam loteadas, e assim a sua necessidade de urbanização, hoje em dia, chamado de urbanização compulsória previsto no plano diretor municipal. Segue aqui então uma lista de bairros que talvez você nunca tenha ouvido falar:

Bem no meio da Buscardi existe o recanto dos Pinheiros e o Jardim Padre Nelson, e nas proximidades, já no Bairro Quarto Centenário estão os Loteamentos Zanardi, D'Angelo e a Vila Furini.
Onde todo mundo pode pensar que está em um bairro quando está em outro, é no Bairro Alto lá no “meio” estão o Loteamento São Pedro e Irmãos Gradini. Assim como no Centro, as margens da Avenida Dr. Laerte Tarallo Mendes estão os bairros Frigieri, Jacob e Chácara Primavera.
E quando você pensa no Cemitério Municipal e a Alameda da Saudade logo lhe vem na cabeça “estou na Vila Pereira” e isso acaba sendo um grande engano. Pra quem não sabe, a Vila Pereira chega até o asilo e dali, retilínea à avenida,em direção a Citrosuco existem outros inúmeros bairros como o Jardim Silvio Mariani, Mendonça, Saudades de Matão, Apolo, Bidutti Pirola, Bernichi e Napeloso. Tornando-se ali a região campeã de micro bairros.
E ainda há outros inúmeros pequenos loteamentos que levam o nome de outros bairros próximos como o Conjunto Residencial João Vital na Santa Rosa, o bairro Felício Columbari no Jardim Aeroporto, o quarteirão chamado de Quintinos no meio do Jardim Morumbi.
Muitos matonenses também têm o costume de “generalizar” bairros de mesmo nome, porém divididos como a Vila Cardim I, II, III e IV o Jardim Morumbi I e II e o Jardim Paraíso I, II e II. Existem outros pequenos loteamentos, porém, mais conhecidos. E também estão surgindo outros novos loteamentos na cidade, grandes ou não, Por isso é bom sempre estar informado e conhecer