(Humor) Dicas de Verão

Tem coisas que você NÃO deve fazer nesse verão...
Uma delas é...

...Não deixar as pernas em molho branco!

Fonte: Uhull

(curiosidades) Já que o assunto é ESTAÇÃO FERROVIÁRIA...

Você conhece o Trem mais lotado do mundo?

Pegando um pequeno gancho das últimas postagens sobre as estações ferroviárias de Matão.


Tudo indica que essa aberração acontece na India, e esse trem chega a ficar lotado 300% da sua capacidade.





"Não sei o que é pior, o trem mais lotado do mundo ou a taturana da reporter"...

ALGUNS FATOS SOBRE A HISTÓRIA DE MATÃO QUE TALVEZ VOCÊ NÃO SAIBA!

Como no assunto anterior a gente tratou sobre nossa estação ferroviária e da própria ferrovia que faz parte da história e desenvolvimento de nossa cidade, existe alguns fatos que talvez apenas os moradores mais antigos venham a conhecer e um deles é que em Matão no início do século XX e da conseqüente implantação da linha férrea não existiam apenas duas estações como existe hoje (Matão e Silvânia) mas sim várias outras.



Nomes que hoje nos soam desconhecidos Upareba e Arararuba eram estações ou paradas ferroviárias dentro de nosso município. A estação Cambuí era uma desses pontos de parada do ramal que saía de Silvânia e ia até Tabatinga, mas sem dúvida a mais conhecida e mais movimentada foi a estação Toriba, nome esse que se perpetuou como o nome de um bairro de nossa cidade.


A estação Toriba foi inaugurada no ano de 1911 e desativada somente no ano de 1966. A principal função desse ramal era escoar a produção de lenha das fazendas da região. De acordo com um morador antigo das proximidades a ferrovia servia a chamada “fábrica dos ingleses” que era presente na cidade de Matão. Essa era na verdade uma fábrica de óleos feito à base de amendoim e algodão chamada Fábrica de Óleos Toriba e pertencia à “Companhia Agrícola Fazendas Reunidas” a qual pertencia também a Fazenda Cambuí de propriedade inglesa assim como a fábrica.



A fábrica foi desativada na década de 60, bem logo também, o ramal ferroviário. No local ainda existem galpões abandonados ou alugados para outras companhias além de algumas casas ainda construídas no estilo britânico.


Essa é uma curiosidade que principalmente as gerações atuais de nossa cidade não conhecem. Mas realmente é algo bastante interessante e mostra que a vocação agro-industrial de Matão remonta já desde o início do século. As casas no estilo britânico estão infelizmente hoje em estado de abandono e em meio ao mato alto, mas vale sim uma visita para apreciar mais um pouquinho das origens do povo matonense.

    Fábrica Toriba e antiga estação



Fábrica Toriba Atualmente

UMA ESTAÇÃO DE HISTÓRIAS



No nosso dia-a-dia, a maior parte das pessoas passam por prédios e construções históricas de nossa cidade e nem se dão conta do valor que cultural, arquitetônico e histórico que esses podem representar. Sem dúvida aqui em Matão um desses prédios é a estação ferroviária.
Quantas vezes já passamos pelas ruas próximas, pelo complexo viário XV de novembro e nem olhamos para ela. Nem paramos para pensar um minuto sequer quanta história de tantas pessoas e de nossa própria cidade aquele prédio representa? Pois então, hoje infelizmente a estação ferroviária está em uma situação de semi-abandono. Com as portas fechadas, o prédio sofre com a falta de manutenção e infelizmente essa triste realidade ocorre na maior parte das estações de nosso Estado após a privatização do sistema ferroviário e o fim do transporte de passageiros. Mas nem sempre foi assim...

UM POUQUINHO DA HISTÓRIA DE NOSSA ESTAÇÃO
A estação ferroviária de Matão foi inaugurada no ano de 1912 e já colocada em funcionamento antes de iniciar o trecho retificado das vias que só ocorreu nos anos 50. Durante esse período a estação foi uma das mais movimentadas da EFA (Estrada de Ferro Araraquara S/A) pertencente à antiga FEPASA (Ferrovias Paulista S/A). O crescimento da cidade principalmente entre os anos 60 e 70 fazia com que muita gente embarcasse e desembarcasse em sua plataforma, assim como o desenvolvimento industrial que a cidade experimentou durante esse período proporcionava um ritmo frenético de trabalho nos seus armazéns de carga e descarga. 
Após o sucateamento da rede, privatizações e o fim do transporte de passageiros na década de 1990 a estação ferroviária começou a perder sua importância, pelo menos no sentido de utilização. 


UM OLHAR DIFERENTE

Nós matonenses não podemos deixar de olhar com um carinho especial esse patrimônio que tanto proporcionou para o desenvolvimento de nossa cidade. Não podemos deixar que a nossa bonita estação com suas “portinholas” feitas de madeira de lei trabalhadas se deteriore com o tempo, com o descaso das empresas privatizadas. O progresso atual chega e a construção do complexo viário fez com que parte de sua plataforma desaparecesse. Isso foi necessário, pois o fluxo de veículos atual de nossa cidade “pedia passagem”, mas não podemos de forma alguma esquecer esse patrimônio que poderia se transformar em um museu ou em um espaço de artes conservando assim seu passado, sua história e não deixando morrer jamais a sua importância.



Dê sua opinião leitor! O que você acha sobre a condição atual da nossa estação ferroviária? Você tem alguma história para nos contar sobre ela? O que poderia ser feito para que esse patrimônio não caia ainda mais no esquecimento? Comente!

Fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/



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(humor) Imagens com dicas para aproveitar os buracos das ruas

O período de chuvas está aí. E como sempre acontece, as ruas e avenidas de nossa cidade ficam acabadas, completamente cheias de buracos, não só em Matão, mas também nas cidades do Brasil e do mundo. Problemas para os carros, para os motoristas e para o trânsito. Mas eu como bom homem que sou, trouxe até vocês ótimas dicas de como aproveitar melhor e tirar proveito desses buracos. Vejam só:




























Fonte: http://www.assimcomovoce.com/

Tapar buracos em época de Chuva, Lucro ou Prejuízo para a população?


“Boletim divulgado às 7h desta segunda-feira (18) pela Defesa Civil Estadual referente à Operação Verão contabiliza as chuvas que atingem o Estado de São Paulo desde o início de dezembro de 2009 já mataram 48 pessoas, o dobro do registrado no período de 1º de dezembro de 2008 até 4 de abril de 2009 pela Defesa Civil Estadual. Nos quatro meses – cerca de 120 dias- foram 24 mortos. Ou seja, em relação ao verão passado, as chuvas da atual estação já mataram o dobro de pessoas num período muito menor, uma vez que ainda restam mais de dois meses para o período chuvoso acabar. Outras 34 pessoas ficaram feridas.”

Mas e a realidade de Matão?

A realidade de Matão não deixa de ser outra, afinal também estamos no estado de São Paulo e também sofremos com essas chuvas, mas com a sorte de não acontecer mortes por aqui, e essa pesquisa mostra que não somos somente nós matonenses que temos problemas acarretados pelas chuvas de verão.

Ao andarmos pela cidade tranquilamente com nossos carros, nos deparamos com buracos em nossas vias que até então nãos estavam ali, este é também o ponto onde quero chegar: Os buracos nas ruas matonenses estão lá pelo mesmo motivo de sempre, freqüentes chuvas que seriam normais nessa época, a anormalidade está no fato delas estarem sendo mais constantes com grande intensidade e duração, logo, mais buracos nas ruas mais enchentes no velho São Lourenço, mais prejuízos para os órgãos públicos e para os cidadãos.

Resumindo, tapar um buraco hoje, seria quase que o mesmo que jogar o dinheiro matonense fora, pois a chuva irá continuar e muito nesse verão, os materiais utilizados em uma pavimentação precisam de tempo sem umidade alguma para poder chegar à mesma liga que a pavimentação normal, tapar um buraco agora significa ganhar um buraco maior ainda, portanto, atenção redobrada, e boas caminhadas estão sendo as dicas para o cidadão matonense nesse verão!